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AELO: terreno, investimento seguro Câmara mantém texto da MP 433 O momento de vender segurança Ribeirão Preto e o setor imobiliário
AELO: terreno, investimento seguro Sob o título “Comprar terreno: investimento seguro”, o jornal “O Estado de S. Paulo” publicou, na página 3 do caderno Metrópole da edição de segunda-feira, 10 de novembro, o boletim periódico da AELO, cujo texto é reproduzido a seguir: No Brasil, imóvel é moeda forte. Os fatos e os números demonstram que, hoje, o País está bem menos vulnerável às crises mundiais. Numa época em que as bolsas de valores entram em convulsão, não há dúvidas de que os brasileiros podem encontrar um porto seguro ao investir em imóveis. O fato de a atual crise financeira ter começado na temerária concessão de créditos no mercado imobiliário dos Estados Unidos não afeta, em nada, a credibilidade dos imóveis no Brasil. O cardápio de investimentos oferece os imóveis como uma confirmação de que os bens de raiz são a oportunidade da vez. Quem busca solidez verifica que investir na compra de terrenos para a casa própria garante vantagens. A tese também é válida para quem almeja uma casa de campo ou de praia e para os que pretendem multiplicar seu dinheiro a médio prazo, evitando o risco de sustos. A tendência de valorização persiste para imóveis à disposição de todas as classes sociais. Nas cidades maiores, como São Paulo, as grandes glebas ficam escassas e, com isso, os preços dos terrenos sobem. Municípios do Interior e do Litoral têm sido procurados por famílias que buscam qualidade e segurança. E o estilo dos loteamentos para a classe média alcança excelentes níveis. No caso das classes de menor poder aquisitivo, os trabalhadores que sonham com a casa própria também podem comprar terreno e construir a residência. Em todos esses casos, qualquer que seja o padrão do imóvel, uma vantagem evidente é a flexibilidade: o comprador do lote constrói a casa do jeito que quiser, de acordo com seus recursos financeiros, suas ambições, sua personalidade, sempre respeitando a legislação. A localização e o tamanho dos terrenos influem diretamente no preço. No segmento popular, há lotes de 125 metros quadrados a 250 metros quadrados, a preços convidativos e com financiamento em até 120 meses. É possível chegar a áreas maiores, de acordo com o capital disponível pelo comprador. As empresas oferecem modalidades tranqüilas de crédito, sem pressões. Terreno é qualidade de vida, é investimento para o futuro, é moeda forte, que resiste às crises. Jamais um pesadelo. Diz a tradição que a compra de um imóvel está ligada à felicidade, à auto-realização. No panorama atual, é isso mesmo. E mais: não há notícia internacional capaz de derrubar esse sonho brasileiro.
A Câmara Deputados rejeitou ontem (12/10) os destaques da oposição e manteve o texto-base da Medida Provisória 443, que permite aos bancos públicos comprar instituições financeiras. O projeto segue agora para a votação no Senado. A oposição desejava alterar no texto uma autorização dada a uma subsidiária da Caixa para que se torne sócia de construtoras e outras empresas. A intenção era que e o banco só pudesse ser sócio de empreendimentos imobiliários e não de empreendimentos em si. O destaque foi rejeitado pelo plenário. O relator, deputado João Paulo Cunha (PT-SP), argumenta que apesar de poder ser sócia de construtoras, a subsidiária não poderá ser majoritária porque o Conselho Monetário Nacional (CMN) não permitirá. Os deputados também derrubaram outra proposta da oposição e mantiveram no texto uma emenda que permite ao governo criar uma linha especial do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de R$ 3 bilhões para empresas contratadas para realizar obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O texto final aprovado pela Câmara permite que os bancos públicos realizem compra de outras instituições até 30 de junho de 2011. O prazo poderá ser prorrogável por mais um ano. No projeto do governo não havia prazo definido. O relatório contempla uma emenda do PSDB para proibir a compra de fundos de pensão com benefício definido. Nestes planos, o valor que será recebido pelo beneficiário independe da rentabilidade do plano, o que aumenta o seu risco. Para o relator, essa medida é uma defesa para os bancos públicos, evitando que eles comprem fundos de pensão “podres”.
Esta reportagem foi publicada nesta semana no novo jornal semanal “Economia Interativa”, de São Paulo: Quatro das principais instituições do setor imobiliário do Brasil iniciaram uma campanha para demonstrar aos investidores que nesses tempos em que as bolsas estão em ritmo de balança e cai, imóvel é moeda forte. O Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), a Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano (AELO), o SindusCom-SP e o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI) cravam algumas certezas. Uma delas: o fato de a atual crise financeira mundial ter começado na temerária concessão de créditos no mercado imobiliário dos Estados Unidos não afeta, em nada, a credibilidade dos imóveis no Brasil. O cardápio de investimentos oferece os imóveis como uma confirmação de que os bens de raiz são a oportunidade da vez. "Quem busca solidez verifica que investir na compra de casas ou apartamentos ou também terrenos para a casa própria garante vantagens", argumenta Caio Carmona Portugal, um dos vice-presidentes do Secovi. "A tese também é válida para quem almeja uma casa de campo ou de praia e para os que pretendem multiplicar seu dinheiro a médio prazo, evitando o risco de sustos." O presidente da AELO, Luiz Eduardo de Oliveira Camargo, explica: "A tendência de valorização persiste para imóveis à disposição de todas as classes sociais. Nas cidades maiores, como São Paulo, as grandes glebas ficam escassas e, com isso, os preços dos terrenos sobem. Municípios do Interior e do Litoral têm sido procurados por famílias que buscam qualidade e segurança". Luiz Eduardo comenta que, além de terem surgido loteamentos em municípios da Grande São Paulo, em volta da Capital, como Barueri, Santana de Parnaíba, Mogi das Cruzes e Guarulhos, tem havido expansão nas regiões de Campinas, São José dos Campos, Ribeirão Preto, Sorocaba, Piracicaba, Bauru, São José do Rio Preto, Bragança Paulista, Marília e Presidente Prudente: "O estilo dos loteamentos para a classe média alcança excelentes níveis. No caso das classes de menor poder aquisitivo, os trabalhadores que sonham com a casa própria também podem comprar terreno e construir a residência." Em todos esses casos, qualquer que seja o padrão do imóvel, uma vantagem evidente é a flexibilidade: o comprador do lote constrói a casa do jeito que quiser, de acordo com seus recursos financeiros, suas ambições, sua personalidade, sempre respeitando a legislação. A localização e o tamanho dos terrenos influem diretamente no preço. No segmento popular, há lotes de 125 metros quadrados a 250 metros quadrados, a preços convidativos e com financiamento em até 120 meses. É possível chegar a áreas maiores, de acordo com o capital disponível pelo comprador. As empresas oferecem modalidades tranqüilas de crédito, sem pressões. Uma das missões da AELO é combater os loteamentos irregulares ou clandestinos. Para isso, a entidade mantém um telefone de Disque-Denúncia (3289-1788), pelo qual as pessoas podem relatar casos de empresas que desrespeitam as leis. A AELO criou, há seis anos, o Selo de Regularidade de Aprovação, conferido a loteamentos, em execução, nestas condições: 1 - A existência de um cronograma de obras aprovado pela prefeitura local e respectivo instrumento garantidor do cumprimento dessas obras. 5 - Que o empreendimento está de acordo com a Lei Federal n.º 6.766/79. Foi lançado em 2001 o Comitê de Desenvolvimento Urbano de São Paulo, integrado pelo Secovi-SP, AELO e SindusCon-SP, com reuniões mensais em que se discute os rumos da atividade dos loteadores no Estado.
Ribeirão Preto e o setor imobiliário Por meio de dois atos, o prefeito de Ribeirão Preto, Welson Gasparini (PSDB), que fica no cargo só até 1.º de janeiro (foi derrotado por Darcy Veras na eleição de 5 de outubro), tornou mais fácil a atividade de empresas da construção civil na semana passada ao aceitar a troca de taxas por benfeitorias e o fim da exigência de certidão ambiental Uma semana atrás, Gasparini aprovou um projeto de sua autoria na Câmara que isenta de taxas os empreendedores que, em troca, derem ao poder público equipamentos sociais como escolas e postos de saúde. Além disso, desde sexta-feira, a prefeitura deixou de exigir de empreendimentos na área urbana ou de expansão urbana a apresentação da certidão de regularidade florestal, que era analisada pelo DEPRN (Departamento Estadual de Proteção de Recursos Naturais). Segundo o diretor do Departamento de Obras Públicas da prefeitura, Clodoaldo Almeida, a isenção das taxas existia até antes de 2007, quando a Lei de Uso do Solo foi promulgada. "A avaliação do valor dos equipamentos será feita a partir de um valor proporcional ao que ele pagaria à prefeitura em taxas." De acordo com o presidente do Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil) em Ribeirão, José Batista Ferreira, para empreendimentos com área de 10 mil metros quadrados, por exemplo, o valor das taxas chegam a R$ 300 mil. Na avaliação da arquiteta e urbanista Vera Lúcia Blat Migliorini, doutora em planejamento urbano, o projeto tem falhas que deixam o poder público suscetível à pressão dos empresários. "Não fica claro como será feita essa avaliação, o que deixa exclusivamente na mão de técnicos das secretarias, que são pessoas normais e suscetíveis a pressões, esse julgamento. Se o processo cair na mão de gente de bem, tudo certo, mas se não cair...", disse. Nos dois casos, a prefeitura alega necessidade de desburocratizar os processos. Segundo o diretor do Departamento de Gestão Ambiental, Gilberto Pinhata, as leis ambientais do município já dão conta de proteger as áreas verdes.
AELO-SP. Telefone: (11) 3289-1788 |
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